E que comece o jogo!
Essa semana decidi iniciar novamente o jogo Life is Strange. Eu já havia dado inicio nessa aventura ano passado e parado no episódio 02 ou 03 (se não me engano), acabei me envolvendo em outras coisas e  infelizmente deixei o jogo de lado.

 

Título Original: Life is Strange
Ano de lançamento: 2015
Desenvolvedora: Dontnod Entertainment

Life is Strange é um jogo de aventura por episódios premiado e aclamado pela crítica que permite ao jogador voltar no tempo e afetar o passado, presente e futuro.
O ano de estreia foi 2015 e isso só me faz perceber que estou bem atrasada! Posso afirmar que desviei com mestria de todos os spoilers possíveis até agora. (yes!)
Do que se trata a história?
 
Life Is Strange se passa na cidade fictícia de Arcadia Bay, Oregon, durante a semana de 7 de outubro de 2013. A história é contada na perspectiva de Maxine Caulfield, uma estudante de fotografia que descobre possuir a habilidade de voltar no tempo em qualquer momento, fazendo com que cada escolha sua crie um efeito borboleta. Ao prever a chegada de uma grande tempestade, Max assume a responsabilidade de impedir que sua cidade seja destruída. (via Wiki)
Minhas Primeiras Impressões 
 
Como eu já joguei esse primeiro episódio, não seriam realmente minhas primeiras impressões, não é mesmo? Mas continuemos mesmo assim.
Nesse primeiro episódio a gente começa a se familiarizar com os personagens, o ambiente central que é o campus da universidade e a atmosfera que o jogo quer proporcionar para o jogador.
Ao longo das humildes 2hrs de jogo que tive ontem, percebi que praticamente todas as opções de conversa da Max estavam relacionadas com o desaparecimento da Rachel Amber, sempre tinha alguma relação com isso. Alguns outros pontos importantes que surgiram ao longo desse episódio e acho importante dizer:
o Bullyng contra a aluna Kate Marsh, por causa de algum vídeo que vazou entre os alunos;
– Nathan Prescott que é o tipico filho de família rica da qual ajuda o campus financeiramente e que acha poder mandar/manipular/se safar de qualquer problema que venha a surgir;
o segurança do campus é muito rígido e também sem noção nas suas abordagens com os estudantes. Ele que também é o padrasto de Chloe, amiga de infância da Max. Pessoalmente eu acho que ele só não sabe lidar com as pessoas, mas no fundo só quer ajudar;
Existe um clube que parece não ter muitos integrantes bons e são os responsáveis pelas “festinhas” que acabam dando merda pras pessoas;
Chloe foi drogada em uma dessas festinhas do clube pelo Nathan;
A família da Max parece muito atenta a filha mesmo estando morando longe;
Trilha sonora linda; e
Eu amei o Warren e não acho necessário dizer mais nada!
Eu tenho descontentamentos com o jogo e não me julguem!
 
Existem algumas sensações que tenho enquanto jogo e elas não são positivas.
Eu curto a história, acho bem interessante a abordagem de temas dos quais precisam ser abordados, mas as vezes parece que o estereotipo dos personagens são um pouco exagerados pra mim. Não é porque o serumaninho ali é adolescente que ele tem q ser revoltado, ou dramático, punk, ou chato. No geralzão eu só curti um personagem mesmo, que é o Warren. Ele me transmitiu algo que eu diria não ser artificial. Deixando registrado que isso é baseado no curto tempo que joguei, pode ser apenas uma impressão precipitada e boba.
Minhas escolhas do 1º Episódio
Próximo Episódio: Out of Times

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