E então que na mesma semana de estreia da segunda temporada de Westworld, estreiou também a segunda temporada de The Handmaid’s Tale e para quem não quer mais nada, ainda veio de bandeja dois episódios em uma tacada só. Ano passado senti aquela aflição pós 1ª temporada e hoje voltando aos embalos de uma série anoite já me sinto mais relaxada, só que não.

Esclarecendo as datas de estreia da série aqui no Brasil. Aparentemente, a 1ª temporada só foi oficialmente lançada para nós brasileiros em março desse ano pela Paramont, mas a série já esta por ai (na nossa incrível internet) esperando para que você a assista desde do ano passado. A segunda temporada estreiou mundialmente agora em abril de 2018, não quero nem imaginar quando será a data de estreia aqui no Brasil.

 

Oi, eu me chamo Patrícia e fico sofridíssima assistindo essa série. Porem/entretanto não largo ela de maneira alguma pois ela me enche de sentimentos.

Não sabe de nada dessa drama lindo? Então vamos ao resumo básico que podemos achar na internet dessa obra prima.

Sobre a 1ª Temporada: A história acompanha a vida de Offred, uma criada na casa do líder da República de Gilead. Esta é uma sociedade totalitária onde a alfabetização foi proibida para mulheres. Ela surgiu com a catástrofe ambiental e com o avanço da baixa natalidade. Tendo como base o fundamentalismo religioso, esta sociedade trata as mulheres como propriedades do estado. Offred é uma das últimas mulheres férteis, o que a leva ser utilizada como escrava sexual com o objetivo de ajudar a repopular o planeta devastado.

Sobre a 2ª Temporada: Vivendo no governo totalitário de Gilead, Offred (Elisabeth Moss) é uma Aia, forçada a viver pelo resto da sua vida com o propósito de procriar para os Comandantes com mulheres inférteis. Nesta apavorante sociedade, Offred precisa navegar entre os Comandantes, suas cruéis esposas, as domésticas Marthas e as próprias Aias – onde qualquer um pode ser um espião em prol de Gilead – com um único objetivo: sobreviver e encontrar sua filha que lhe foi tirada.

Lembrando que essa história é baseada em um livro escrito por Margaret Atwood e que foi publicado pela primeira vez em ->>1985<<-

Minha relação com a série…
EU TO IMPACTADA!
(Tenho muito a dizer e não sei ainda como me expressar)
Bem, sabe quando vez ou outra você se depara com alguma música, filme, série, livro ou cena que sem demoras você pensa: “to tão feliz de poder prestigiar e poder fazer parte desse momento”, sabe? Então, isso é o que penso dessa série. Claramente hoje em dia tem muitas séries ótimas que mexem com a nossa cabeça e tals, mas só The handmaid’s tale para me deixar com a mente realmente perturbada e ferrada.
E sabe o que mais é engraçado e desesperador? Não? Direi então, é pensar que a série é tipo “uma ficção super dramática”, mas na verdade as pessoas não percebem o quão perto nós estamos da realidade que se passa ali. Não digo 100%, mas muito próximos. E isso me assusta muito, me deixa irritada, e me assusta e também preocupada ao mesmo tempo e de novo assustada. A série é intimidadora, crua e real. Me desculpa Stephen King, mas nenhuma de suas histórias que já foram parar nas telinhas consegue transmitir mais horror e me apavorar tanto quanto a possibilidade de uma realidade distópica como a de The Handmaid’s Tale.
Fora todos os sinônimos que uma série incrível pode receber, podemos encontrar uma grande produção no meio disso tudo. A fotografia linda, o roteiro phoda, a trilha sonora nem se fala, atuações que só gzuis na causa e tudo mais é brilhante (mesmo) e atrativo!!!
Pelamordedeus…
Assistam! Só isso!
Simplesmente fantástica!
!!Alerta!!

Acredito que essa não seja uma série que de para fazer uma maratona, é angústia pura. E talvez você até se sinta em um relacionamento abusivo ao assisti-la, chorando em vários episódios e ainda sim não conseguindo parar.

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